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Grupo Studio Franquias Studio FiscalVocê sabe o que é compliance? Entenda aqui!

Você sabe o que é compliance? Entenda aqui!


Empresas com credibilidade têm mais aceitação no mercado. No entanto, confiança não se conquista de uma hora para a outra. O compliance surge a partir dessa necessidade, portanto, entender o que é compliance é fundamental para consolidar uma boa reputação.

A consolidação da credibilidade, no entanto, depende de esforço conjunto, a começar pelo próprio dono da empresa. Isso implica atuar em sinergia com profissionais de recursos humanos, operários (se houver) e, principalmente, com o contador. Prossiga na leitura do artigo e saiba como integrar sua empresa por meio de práticas de compliance!

O significado do termo: o que é compliance?

Compliance, do verbo em inglês “to comply”, faz referência a uma série de disciplinas que buscam adequar organizações a normas legais e éticas que garantam a sustentabilidade, a transparência e os interesses sociais nas relações corporativas.

Empresas com alta credibilidade têm mais aceitação no mercado. No entanto, confiança não se conquista de uma hora para a outra. Para obtê-la no mundo corporativo e consolidar uma boa reputação empresarial, é necessário entender o que é compliance e aplicar seus princípios.

A construção da credibilidade também depende de um esforço conjunto, a começar pelo próprio dono do negócio. Isso implica atuar em sinergia com profissionais de recursos humanos, operários e, principalmente, com o contador. Eles também têm grande papel em Compliance.

Para entender como integrar sua empresa por meio de práticas mais seguras e éticas com base em Compliance, continue lendo e veja o que preparamos sobre o tema!

O significado do termo: o que é Compliance?

O verbo to comply tem origem no idioma inglês e é usado para designar o cumprimento de tarefas, processos ou atividades em respeito às regras. De forma sintética, quando observa o Compliance, uma empresa joga limpo, ou seja, cumpre diligentemente todas as suas obrigações.

Inclusive, quando guiadas pela idoneidade, as organizações vão além do simples cumprimento de normas. Elas passam a se orientar pela busca incessante da lisura nos seus procedimentos internos.

Dessa maneira, fraudes, desvios e eventuais omissões são alvos permanentes de mecanismos de detecção e controle. Podemos concluir, portanto, que Compliance e ética caminham juntos. A primeira é, na verdade, uma espécie de materialização da segunda.

Aplicações práticas: por que utilizar?

Por muito tempo, as empresas que tinham como meta reavaliar processos e possíveis fraudes internas recorriam aos seus respectivos setores jurídicos para apurar erros e desvios de conduta. O impacto de uma postura punitiva gerava graves prejuízos institucionais, refletindo negativamente na gestão dos negócios.

Hoje, os advogados continuam sendo um braço fundamental nas organizações. No entanto, com a evolução dos métodos gerenciais, o Compliance surgiu como o conjunto de atividades cujo objetivo é o aprimoramento de processos de controle e prevenção a problemas éticos (como corrupção) e a fraudes.

A diferença é que, pela perspectiva puramente legal e corretiva, percebeu-se que processos não poderiam ser melhorados de uma única vez. Fraudes continuariam a acontecer, caso as práticas não fossem permanentemente monitoradas e continuassem sendo alvo de avaliações.

Portanto, a melhoria dos processos é o principal motivo para sua empresa implementar o Compliance para acompanhar continuamente aspectos legais, morais e éticos.

Setor de finanças: como implementar?

A contabilidade já deixou de ser vista como um simples departamento isolado da organização, em que impostos são cobrados e pagamentos são registrados. Instituições competitivas têm no contador um aliado estratégico e fundamental para orientar sobre aspectos como regime tributário e formas de evitar o pagamento excessivo de impostos.

Nas finanças, o Compliance é um recurso para garantir a transparência na prestação de contas, o que aumenta a capacidade de controle de gastos e aplicação inteligente das receitas.

O departamento também atua em sinergia com o setor de TI, ajudando a monitorar medidas para garantir a segurança da informação. Esse é um aspecto muito significativo, afinal, estamos diante de uma reconfiguração da escrituração brasileira, promovida pelo Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

Quando aplicado à gestão das finanças, manter a empresa em permanente processo de avaliação se torna uma das vantagens do Compliance. Isso porque as auditorias internas, se realizadas periodicamente, são capazes de gerar resultados positivos nos balanços patrimoniais.

Departamento de Compliance: como funciona?

Diante desse cenário, o departamento de Compliance será responsável pela conformidade dos processos internos e externos da empresa. Por meio de uma equipe multidisciplinar, o setor deverá fazer uma análise constante de riscos e melhorar a comunicação interna.

Também será encarregado de desenvolver e avaliar mecanismos dentro da organização, a fim de envolver toda a equipe na tarefa de zelar pelo bem comum e pela credibilidade do negócio. Tudo isso para que a instituição crie, aos poucos, uma cultura de idoneidade e honestidade nas relações, garantindo, assim, sua sustentabilidade nesses aspectos.

Profissionais de Compliance: quais são os envolvidos na área?

Os profissionais envolvidos no departamento de Compliance, ao contrário do que muitos pensam, não precisam ser, necessariamente, formados em Direito. Pelo contrário, a diversidade de formações e especializações é importante para uma análise mais ampla dos riscos na empresa.

Entretanto, para atuar na área, algumas características comportamentais são esperadas e podem contribuir para o exercício das funções inerentes à área. Entre as qualidades que podem agregar valor à atuação do profissional em um setor de Compliance, temos boa capacidade de comunicação, identificação com os princípios éticos da empresa e visão estratégica.

Atuação em Compliance: quais são as boas práticas?

Apesar de haver um grupo especial responsável pela atuação do setor na empresa, o Compliance deve envolver a todos os colaboradores. Isso porque apenas com o desenvolvimento de uma consciência de preservação coletiva os objetivos empresariais serão alcançados. Portanto, é sempre válido tornar os funcionários cientes de todos os esforços do negócio para manter a legalidade e a eticidade.

Nesse sentido, é importante elaborar um código de conduta ética que regule as ações dos trabalhadores. Da mesma forma, é interessante oferecer treinamentos, palestras ou cursos informativos sobre o assunto, para difundir essa proposta.

Outra boa prática de Compliance é a criação de canais abertos de comunicação para a denúncia de práticas de corrupção, de maneira a facilitar o trabalho dos profissionais encarregados de detectá-las.

Reduzir, à medida do possível, os processos burocráticos da empresa e investir em mecanismos de transparência também contribuirão para a eficácia das medidas tomadas pelo departamento de Compliance.​

Erros em Compliance: quais são os mais comuns?

A ideia de Compliance ainda é nova no meio empreendedor e está sendo gestada pelas empresas que desejam prosperar sob princípios sólidos e legais. Portanto, é comum que alguns erros aconteçam durante seu processo de implementação.

Dentre as medidas a serem evitadas estão o uso de tecnologia obsoleta e a adoção de Compliance por um único departamento. No primeiro caso, o problema reside na dependência de bons programas para a análise de dados de forma rápida e eficiente, além de ser necessário contar com sistemas seguros e atualizados com as melhores práticas de segurança virtual do mercado. O monitoramento dos setores exige tais mecanismos.

No segundo exemplo, o problema está em cobrar que somente um setor ou área mantenha práticas éticas em suas relações e em seus processos, enquanto os demais, não. Por mais que ele atue corretamente, poderão haver problemas até mesmo no fluxo de atividades com os outros grupos se eles não seguirem padrões de Compliance.

Há também outro problema na delegação da tarefa de fiscalização da empresa para um único departamento. Vale lembrar que a diversificação das equipes envolvidas nessa atividade é essencial para garantir uma conduta ilibada entre as próprias pessoas responsáveis por avaliar os processos internos. Portanto, ao instituir um departamento de Compliance, é interessante descentralizá-lo ou manter uma auditoria externa responsável em monitorá-lo também.

Como visto, entender o que é Compliance é essencial para toda empresa que deseja evitar problemas éticos, morais e legais, como os ligados à corrupção e a fraudes. Esse termo também faz com que a ética deixe de ser um conceito abstrato e passe a guiar todas as atividades organizacionais. Isso inclui desde as mais simples tarefas operacionais até as funções que exigem grande capacidade de liderança e estratégia.

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Redação Grupo Studio