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Saiba quais são as perspectivas econômicas para 2020 e quais os seus impactos

Quanto mais o fim do ano avança, mais os investidores se interessam em saber o que irá acontecer com a economia brasileira em 2020. A preocupação com a atividade econômica do país também não fica de fora. Apesar de a taxa Selic estar menor que nos últimos anos e o país apresentar uma nova agenda de reformas positiva, o crescimento econômico deste ano acabou sendo inferior ao que era esperado no final do ano passado. 

Já para o ano que vem, a expectativa está mais otimista, uma vez que passaremos a sentir o efeito das reformas. Esse ano, a economia pode ter caminhado mais lenta devido a um período de transição de uma economia que funcionava de forma mais artificial para uma economia de mercado. Ter um tempo de maturação é necessário e isso acaba levando um certo tempo. 

Segundo o Ministro da Economia, Paulo Guedes, a previsão do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020 é de, pelo menos, o dobro do resultado alcançado em 2019 e que este ano, a economia deveria encerrar o ano com o crescimento de cerca de pelo menos 1%. 

A estimativa do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 teve um aumento, passando de 0,8% para 1,1%. Já para 2020, a projeção econômica também indica um desenvolvimento do PIB elevando a porcentagem para 2,22%, ou seja, a quarta alta seguida após sete semanas estacionada em apenas 2%.

Segundo dados analisados pela agência Fitch Ratings, esse aumento se deu devido ao resultado do PIB do terceiro trimestre, que foi melhor que o esperado, alcançando uma margem de 0,6% em relação aos meses anteriores. Além disso, as revisões realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também podem ter influenciado.

O crescimento do crédito à pessoa física e a liberação dos saques de FGTS são fatores que podem ter colaborado com o consumo das famílias, ao mesmo tempo, os investimentos maiores foram no ramo da construção civil e na produção de bens de capital. Em contrapartida, o aumento da produção de petróleo pode ter colaborado com esse crescimento, compensando o fraco desenvolvimento da indústria de transformação que causou o efeito negativo no PIB entre julho e setembro.

Já a projeção para a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu de 3,46% para 3,52%. Para o ano que vem, a estimativa está mantida entre 3,60% há cinco semanas. Sendo assim, uma previsão realizada pelo boletim Focus, pode ser esperada uma redução para a inflação nos próximos 12 meses. 

 

Como fica a taxa Selic?

O Banco Central cortou mais uma vez a taxa básica de juros da economia, a Selic com a finalidade de impulsionar a retomada econômica. Com isso, a Selic se encontra com a menor taxa da história, 4,5% ao ano. A estimativa é que não haja revisões para a taxa de juros futuras e que 2020 termine com o patamar atual. 

Taxas de câmbio

Para as taxas de câmbio, a projeção de câmbio de 2019 ficou entre R$ 4,15 reais o dólar. Para 2020, a expectativa é que a moeda termine em R$ 4,10.

Economia Internacional

Os efeitos positivos gerados pelas economias europeia, chinesa e dos Estados Unidos podem trazer oscilações para o restante da economia mundial. Os países da América Latina podem agir colaborando com a redução dos investimentos externos dos países, uma resolução que poderá atingir o Brasil também. Esses efeitos podem trazer reflexos sobre a economia e a taxa de câmbio, além de mudança na atividade produtiva, nos fluxos comerciais e financeiros do mundo. 


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Redação Grupo Studio