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Planejamento fiscal para empresas do Simples

Qual é a importância de um planejamento tributário?

Planejar as operações de sua empresa e escolher o Regime de Tributação ideal pode gerar até 40% de economia no pagamento de impostos.

A cada ano, entrada e saída de sócios ou novas operações é fundamental a contratação do Mapa Fiscal, que tem por objetivo projetar diversos cenários de operações tributárias identificando a melhor estratégia de economia para seu negócio. O Mapa Fiscal analisa o último ano contábil da empresa e apresenta o melhor regime de tributação, definindo estratégias da melhor gestão fiscal e encontrando oportunidades perdidas. Esta solução é fundamental para quem busca a melhor gestão para seu negócio.

“Na teoria, todo mundo já ouviu falar de planejamento tributário – mas, na prática, não vivenciou ou não implantou”, diz Luis Vinicius, protagonista do Grupo Studio.

O objetivo final de um planejamento é, inevitavelmente, o aumento da performance. Isso pode começar com uma melhoria da performance financeira, mas por fim deve agregar a melhora da performance tributária, ou seja, redução da carga tributária.

Análise de regime

A cada ano sua empresa precisa optar pelo Regime de Tributação e esta é uma decisão de extrema importância para que você possa melhorar seu fluxo de caixa e ter uma lucratividade ainda maior. O Mapa Fiscal é destinado a qualquer perfil de empresa com faturamento anual superior a R$ 1,8 milhão e analisa IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS e IPI do último ano contábil da empresa.

Ter o melhor formato societário de regime é essencial para pagar menos imposto. Há três opções básicas: Simples, Lucro Presumido e Lucro Real.

Um dos mitos que existe no mundo empresarial é o de que, se a empresa tem faturamento abaixo de R$ 4,8 milhões, é obrigatório estar no Simples. Ainda que este regime presuma desoneração da folha, contabilidade mais barata e pagamento escalonado conforme faturamento, isso não necessariamente significa pagar menos impostos do que nos regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real.

“Quando se prova ao empresário que vale a pena estar em outro regime, baseado em números e dados, isso reflete em caixa. Nesse momento, não há sentido não fazer a transição”, avalia Diego Saliba, diretor de franchising da Linha E.

Benefícios práticos do planejamento

Na atual crise brasileira, principalmente em um país com a carga tributária elevada, o planejamento dá força para as empresas. Reduzindo sua carga tributária e aumentando seu lucro, é possível reinvestir na própria empresa, aumentando a competitividade e podendo, até mesmo, diminuir o preço de um serviço ou produto.

Mapa fiscal ideal – cada empresa tem suas peculiaridades

Não existe uma matriz de planejamento tributário padrão: duas empresas do mesmo segmento, com mesmo faturamento, precisam de planejamentos diferentes, por ser uma questão de leva em conta diversos fatores. E precisa ser, portanto, customizado.

No Simples Nacional, como a declaração de balanço não é obrigatória, muitas vezes as empresas ignoram esse tipo de serviço, que poderia tornar todo o processo de administração mais controlado. Isso também acontece na questão do controle de estoque exigido pelo Lucro Real, que é algo essencial para o controle do empresário sobre sua corporação.

“Com o aumento das exigências, a Receita Federal não só torna mais rígido o seu controle e as regulamentações, mas também causa impacto positivo na formação de empresários com mais controle e mais domínio”, explica Luís Vinícius, do Studio Fiscal e E-Fiscal.

Mudanças territoriais

Por o Brasil ser um país de dimensões continentais, há muitas diferenças – nos mais variados âmbitos – entre suas regiões. Uma delas, no que diz respeito ao setor fiscal, são incentivos fiscais específicos para cada região.

Lucro da exploração

Permite 75% de redução do lucro da base tributada, mas é específico para empresas situadas nas regiões Norte e Nordeste, áreas abrangidas pelas superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene). Não é necessário, entretanto, mudar a empresa de cidade – mas, sim, ter um CNPJ em alguma dessas regiões, o que exigiria alguma operação nessas regiões.

“A questão da mudança de local deve ser analisada com bastante atenção pelo empresário, porque o custo do local muda muito. O Rio de Janeiro, por exemplo, é muito caro, mesmo no aluguel. Um suposto benefício fiscal valeria a pena? Isso precisa de uma análise muito bem calculada”, questiona Nathália Maurício, advogada pela OAB-RJ.

Um dos questionamentos levantados com regularidade é o momento mais apropriado para fazer o planejamento fiscal. A resposta mais correta seria “sempre”, mas há momentos em que o assunto se torna ainda mais importante. Por exemplo, quanto mais perto do fim do ano, mais próximo fica o momento de transição – ou seja, caso o empresário deseje mudar de regime, por exemplo, ele pode se planejar para o ano seguinte.

Momentos de movimentação da empresa, mesmo os mais simples, como troca de fornecedor, também são oportunidades de rever o planejamento fiscal.

Assista ao webinário “Planejamento fiscal para empresas do Simples” na íntegra:


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Redação Grupo Studio