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Grupo Studio Franquias Studio FiscalNão fique para trás! Entenda como a indústria 4.0 está auxiliando o setor fiscal

Não fique para trás! Entenda como a indústria 4.0 está auxiliando o setor fiscal

A Indústria 4.0 é um estágio em que as empresas usam um complexo de tecnologias para obter a união física, biológica e virtual de processos. Assim, uma companhia 4.0 emprega recursos inovadores — Internet das Coisas, Cloud, Big Data etc. — a fim de fomentar a automação e o aproveitar melhor os dados.

Com isso, as organizações adotam mecanismos seguros e ágeis, que detectam eventuais desvios e conseguem uma boa redução de custos. No mercado, é comum o emprego desse termo para a linha de produção. A Indústria 4.0, porém, pode ser levada para a área tributária, com benefícios equivalentes aos conquistados nas fábricas ou até mais proveitosos.

Dessa forma, o empresário consegue pagar menos impostos dentro da lei, usando artifícios estratégicos, do mesmo jeito que já faz para tocar a sua atividade principal. Tem interesse no assunto? Então saiba mais sobre as vantagens da Gestão Fiscal na Indústria 4.0!

O que é a Indústria 4.0?

Também conhecida como Manufatura Avançada, a Indústria 4.0 é a expressão que representa a quarta revolução empresarial. Em outras palavras, nesse patamar, uma empresa destina tecnologias para modernizar suas rotinas. Isso tudo com foco na interpretação e na análise de dados, o que torna as táticas mais eficientes e exatas.

Uma montadora de veículos, por exemplo, consegue produzir com base em informações do estoque — mesmo se esse depósito estiver em outro país ou continente. Desse modo, cada tarefa dialoga com outra, sempre em sintonia com as metas globais.

Assim, as corporações fabricam sob demanda sem interrupção e com um índice de erros incrivelmente baixo. Trazendo para o contexto fiscal, muitos empresários veem seus lucros comprometidos por causa da pesada carga tributária brasileira, uma das mais altas do mundo.

Apesar das taxas exorbitantes, o país permite inúmeros benefícios fiscais e tem, inclusive, programas para devolver o dinheiro quando o empresário faz pagamentos extras — o que é mais comum do que se imagina.

Isso sem falar nas medidas de estímulo que estados e municípios costumam oferecer às empresas. Com a aplicação da Gestão Fiscal na Indústria 4.0, é viável pôr os recursos de informática a serviço de uma administração tributária mais inteligente e produtiva.

A Indústria 4.0 no Brasil

As companhias brasileiras ainda estão muito atrasadas em relação a esse processo. A Indústria 4.0 no Brasil é de apenas 2%. Isso significa que somente esse porcentual de empresas admite adotar esse sistema em suas operações.

Apesar de ter muito a evoluir, o clima é de otimismo no país. Uma pesquisa da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) chegou à conclusão de que 90% dos empresários acreditam que esse novo modelo trará ampliação de produtividade e novas chances comerciais. Por outro lado, 32% afirmam nunca terem ouvido falar do assunto.

Nesse cenário, é indispensável providenciar as mudanças necessárias. Afinal, essas inovações podem eliminar um negócio — e até mesmo todo um setor — do mapa. Muitas dessas novas tecnologias são disruptivas, ou seja, transformam um segmento completamente.

Por exemplo: como uma empresa vai competir com uma adversária que aplica a fabricação inteligente em seus processos e, por causa disso, entrega produtos três vezes mais rápidos, cinco vezes mais baratos e dez vezes melhores?

Compliance na Indústria 4.0

Há dois anos, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) criou o Grupo de Trabalho para a Indústria 4.0 (GTI 4.0). O intuito é estabelecer um cronograma nacional sobre essa temática.

Nesse contexto, ganharam destaque as práticas de Compliance. Você sabe o que isso significa? O termo do inglês que pode ser traduzido para algo próximo de “satisfazer”, “cumprir” e “atender”.

Na prática, o Compliance reúne várias medidas para deixar uma empresa completamente em ordem nos aspectos legais, de responsabilidade social e, principalmente, em relação às próprias metas e princípios.

Desse modo, soluções tecnológicas são implementadas a fim de aperfeiçoar os processos de ponta a ponta. Isso serve para atenuar e eliminar problemas como a desobediência à lei, seja por equívocos ou por procedimentos intencionalmente corruptos.

Em um cenário no qual as grandes empresas brasileiras foram envolvidas — e até condenadas — em denúncias de corrupção, adotar práticas de Compliance tornou-se uma forma de obter destaque frente à concorrência e melhorar a imagem corporativa. Afinal, as organizações que o praticam são muito bem-vistas pelo mercado.

Prevenção de riscos

A companhia que pratica o Compliance na Indústria 4.0 não tem problemas com os órgãos de fiscalização, a concorrência, as entidades de classe de sua área ou questões trabalhistas. Evidentemente, uma organização não deve pensar em estratégias de Compliance sem incluir as questões tributárias.

Com essas novas tecnologias, os gestores conseguem perceber de forma veloz, quase que instantânea, quando acontecem desvios. Assim, atitudes suspeitas e corruptas são identificadas mais rápido e em maior volume.

Vale lembrar que nem sempre uma distorção é causada de modo intencional. Nesse sentido, as soluções de informática também localizam os erros humanos involuntários, — em outras palavras, as falhas cometidas sem querer. No contexto do pagamento de impostos, isso pode significar cifras robustas de economia.

Gestão Fiscal na Indústria 4.0

Como você já deve ter percebido, a expressão Indústria 4.0 não vale apenas para a linha de montagem de uma fábrica. Muito pelo contrário. Ela pode ser transportada e adaptada a quaisquer setores, inclusive o tributário e o financeiro.

Por meio da tecnologia, fica muito simples reunir, interligar, armazenar e cruzar dados para pagar impostos de forma otimizada. Esses novos sistemas disponibilizam ainda ferramentas que traçam estimativas com base em dados do passado.

Um bom exemplo disso seria um software que varre o histórico da empresa e, a partir de desempenhos financeiros anteriores, aponta o melhor regime tributário dali em diante. Tal atributo é conhecido como previsibilidade.

Com mais controle, a companhia conquista um negócio financeiramente sustentável. Você deve estar se perguntando: mas como isso tudo é levado para a Gestão Fiscal na prática? No próximo tópico, explicaremos com mais detalhes.

Uso da tecnologia

Inteligência Artificial (IA) é umas das mais basilares colunas que sustentam a Gestão Fiscal na Indústria 4.0. Mas o que isso significa? Essa tecnologia imita o raciocínio humano e, desse modo, fornece a sistemas de informática a habilidade para fazer raciocínios e escolhas.

No setor tributário, tal avanço possibilita um tratamento de informações de maior qualidade, mais rápido e protegido. Com isso, é possível transformar o planejamento tributário completamente.

Hoje, softwares de gestão focados em impostos aplicam a IA para mecanizar trâmites, como conferências e lançamentos. O sistema tributário brasileiro é complicado, muitas vezes confuso, e demanda incontáveis expedientes. Diante dessa realidade, a IA vem como resposta e tem peso significativo na redução de falhas.

Afinal, ela retira os erros humanos do processo e ainda mostra quaisquer incongruências. Em alguns casos, esses sistemas até providenciam as devidas correções. O armazenamento seguro de dados é outro benefício, bem como o acesso às informações, que podem ser encontradas em poucos segundos por meio de filtros automáticos.

Isso sem falar na alta conectividade com órgãos do governo, que cada vez mais estão aplicando a IA com a intenção de fiscalizar as empresas. Para tanto, o poder público vem fazendo comparações automáticas de arquivos e documentos numerosos.

Veja como a Gestão Fiscal na Indústria 4.0 pode ajudar os empresários na prática:

  • queda da carga tributária por meio da revisão de impostos;
  • sobra no fluxo de caixa;
  • chances para entregar produtos mais baratos;
  • mais condições de competitividade;
  • economia nos recolhimentos futuros;
  • restituição de recursos financeiros pagos indevidamente;
  • diagnósticos de novas oportunidades (aproveitar os incentivos fiscais, por exemplo).

Com a Gestão Fiscal na Indústria 4.0, a empresa pode levar para o campo tributário os mesmos benefícios que a modernização entregou às linhas produtivas, às táticas de vendas e às definições de metas. Assim, a corporação terá mais condições de atender às exigências de Compliance, uma vez que aumentará o controle sobre seus dados.

Quer saber mais sobre o assunto? Então não perca o webinar sobre Indústria 4.0 Compliance Tributário!

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA INDÚSTRIA 4.0


Jose Carlos Braga Monteiro

Detentor das empresas Studio Fiscal, Studio Law, Studio Corporate, Studio Brokers ,E-Fiscal, E-contábil e Studio Energy o Grupo Studio apresenta serviços corporativos inteligentes com uma expertise de mais de 20 anos. Presente em todo o território nacional através de seus franqueados e aliançados, o Grupo apresenta uma grande sinergia quanto aos seus modelos de negócio.