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Grupo Studio Franquias Studio FiscalLucro real ou presumido: o que é melhor o para minha empresa?

Lucro real ou presumido: o que é melhor o para minha empresa?

Costuma-se dizer que é bastante difícil empreender no Brasil, afinal, é preciso atender com rigor às exigências fiscais, não é mesmo? Em relação ao enquadramento tributário, você saberia dizer, entre o Lucro Real ou Presumido, qual é o melhor?

Em uma gestão eficaz, é importante fazer uma análise minuciosa das contas, a fim de cumprir as obrigações instituídas pelo governo, até mesmo para não cair na tão famosa “malha fina” da Receita Federal.

Sendo assim, para que possa entender melhor o assunto, preparamos um miniguia com as principais diferenças entre um regime e outro. Acompanhe a leitura e confira!

Como funciona o regime de Lucro Presumido

Para aquelas empresas que dispõem de um faturamento anual de até R$ 78 milhões, exceto as instituições financeiras, a melhor saída é o enquadramento tributário no regime de Lucro Presumido. Embora não seja o Simples Nacional, os cálculos também são tranquilos, mas qualquer apuração errada do empreendedor pode gerar recolhimentos sem necessidade.

No Lucro Presumido, as alíquotas do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) serão de 15% e 9% respectivamente. No entanto, a margem de presunção varia conforme o ramo de atividade, ou seja, uma loja de sapatos, por exemplo, conta com margens de 8% para IRPJ e 12% para CSLL, de acordo com o que foi prefixado na legislação.

Já em relação ao Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição ao Financiamento da Seguridade Social (COFINS), as alíquotas incidem mensalmente, diferentemente dos impostos anteriores que são apurados no trimestre. Os percentuais de PIS e COFINS são de 0,65% e 3% respectivamente.

 

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Como funciona o regime de Lucro Real?

Obrigatoriamente, as empresas que possuem um faturamento acima de R$ 78 milhões ao ano devem seguir o regime de Lucro Real, que incide sobre o lucro líquido. Ao contrário do que acontece no Presumido, é preciso que a empresa tenha plena certeza do valor auferido, até mesmo para realizar os cálculos em relação ao IRPJ e à CSLL.

Além disso, as alíquotas praticadas nas tributações de PIS e COFINS obedecem aos percentuais de 1,65% e 7,6% cada uma em cima da receita bruta. Vale ressaltar ainda que, em caso de prejuízos, pelo fato de não ter uma margem de presunção do valor, a empresa contribuinte estará isenta de recolhimento no Lucro Real.

Qual é a melhor opção: Lucro Real ou Presumido?

Talvez essa seja uma das perguntas mais mencionadas pelos gestores em todo território nacional, só que a resposta dependerá muito de um diagnóstico financeiro apurado, de modo a estabelecer aquilo que será mais vantajoso para a empresa. Ambos contam com seus prós e contras, por isso é indicado verificar as particularidades do seu negócio antes de apontar o regime tributário ideal.

Para os optantes pelo Lucro Real, há a possibilidade de abatimentos de créditos, por exemplo, pois o recolhimento de PIS e COFINS se enquadra em um regime não cumulativo. Além desse aspecto, no Lucro Real é possível fazer uso de benefícios fiscais e realizar uma alternância de regimes tributários.

Por outro lado, no Lucro Presumido o cálculo é mais simples e as obrigações são menos complexas, pois não dispõe de tanta burocracia quanto a outra opção. Vale lembrar, também, que as alíquotas de PIS e COFINS são bem menores nessa opção tributária, o que pode gerar um alívio na saúde financeira da sua empresa.

Portanto, leve sempre em consideração que a partir do momento que a empresa cumpre todas as obrigações e tributos, o negócio passa a ter mais credibilidade perante o mercado e, consequentemente, uma boa relação com o governo.

Conseguiu captar as diferenças entre o Lucro Real ou Presumido? Quer conhecer um pouco mais a respeito de regimes tributários? Então, aproveite a visita ao blog e saiba quais são os tributos que fazem parte do Simples Nacional!


Redação Grupo Studio