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Incentivo econômico a minimercados em época de quarentena

Com a atual pandemia do novo coronavírus, o isolamento social foi uma das práticas indicadas pelo Ministério da Saúde para conter os avanços da doença. Dessa forma, os governos estaduais liberaram apenas os serviços e comércios essenciais para se manter em funcionamento. 

Porém, com grande parte da população em casa e com o comércio fechado, a economia acabou sendo abalada, causando diversos impactos econômicos para os comerciantes, até mesmo para os que fazem parte do que é considerado “serviço essencial”, como no caso dos minimercados e mercados de bairro.

Na cidade de São Paulo, a quarentena teve seu início decretado por lei desde 24 de março. Foi quando os paulistanos começaram a sentir na pele os impactos causados pela pandemia de Covid-19. 

As feiras-livres passaram muito afetadas, uma vez que o consumidor começou a optar por fazer as compras de frutas e verduras nos próprios mercados ou por meio de serviços de entrega em casa. 

Nesses tempos de coronavírus, as pessoas foram obrigadas a mudar seus hábitos de consumo, optar por realizar compras online e entrega de produtos em casa. Além disso, outro problema encontrado durante a pandemia é o poder das grandes empresas, que acaba exercido sobre as menores, determinando a possibilidade de preços mais competitivos.

No Rio Grande do Sul, uma pesquisa da Fecomércio mostrou que 65,7% dos estabelecimentos entrevistados tiveram queda em sua atividade econômica desde o início da pandemia. 

Para essa pesquisa, foram entrevistados 385 empresas do Simples Nacional, todas eram minimercados. O segmento, que era considerado essencial, permaneceu aberto durante todo o período desde o início da crise, mas ainda assim registrou perdas. 

Dessa forma, buscar soluções para amenizar esse efeito tem sido uma das maiores preocupações de quem possui um pequeno negócio. 

Medidas adotadas pelo Governo

No dia, 16 de abril, o Governo Federal anunciou algumas medidas para reduzir os efeitos econômicos durante a pandemia de coronavírus nas micro e pequenas empresas. 

A primeira medida se trata do adiantamento do recolhimento do imposto do Simples Nacional pelo período de três meses, o que corresponde a uma renúncia de R$ 22,2 bilhões da União. Além disso, o pagamento dos impostos foi adiado para o segundo semestre do ano.

A segunda medida se trata de uma liberação de R$ 5 bilhões pelo Programa de Geração de Renda, mantido com os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Essa quantia deverá ser repassada aos bancos públicos para que eles concedam empréstimo para essas empresas.

Além dessas medidas, o Governo Federal também liberou o auxílio emergencial para os microempreendedores individuais e todos os tributos apurados no Programa Gerador do DAS-MEI, foram prorrogados por 6 meses. Para os outros optantes do Simples, o prorrogamento foi de 3 meses. 

Um crédito para o pagamento da folha salarial das Pequenas Empresas também foi liberado e servirá para o pagamento de dois meses de salário.

Medidas que podem ser adotadas pela empresa

Mesmo com o auxílio proposto pelo Governo, existem algumas medidas que podem ser utilizadas para alavancar o comércio local em tempos de coronavírus. O importante agora é manter a empresa por meio de ações que podem ser implementadas em casa. 

Manter uma boa comunicação com seu cliente é essencial! É importante fortalecer o relacionamento com a rede de clientes e, neste momento, as ferramentas digitais podem ser muito úteis. 

Esse fortalecimento de relações, pode ser feito por meio das próprias redes sociais da empresa, além disso, o WhatsApp também pode ajudar. Uma boa ideia, é utilizar as redes sociais para divulgação de produtos e promoções. Já o WhatsAapp pode servir como um canal de atendimento aberto, tanto para tirar dúvidas sobre o horário de funcionamento, quanto para fazer compras e retirar entregas via delivery. 

Com o agravamento da Covid-19 as pessoas passaram a comprar mais por sites de venda online, o que também acarretou em uma movimentação maior do e-commerce e por consequência nas empresas de entregas. 

Porém, muitas pessoas ainda optam por buscar seus produtos em lojas físicas que estão abertas, contrariando os profissionais da saúde como uma forma de economizar. Portanto, neste momento é necessário usar a criatividade, tanto para vender quanto para entregar. 

Busque maneiras de chamar o consumidor para a sua loja online com as publicações nas redes sociais e procure uma maneira de disponibilizar uma entrega gratuita, os serviços de delivery podem ser boas opções e mais baratas. 

Fazer cadastro em marketplaces, como Elo7, Enjoei e, até mesmo, Mercado Livre, também podem ser boas opções para resolver essa questão de logística. 

Outra medida que pode ajudar tanto o vendedor quanto o consumidor se refere a questão de pagamentos, aceitar compras por cartão de crédito e parcelamento sem juros pode estimular ainda mais a compra e pode render a antecipação desse recebível em um momento de crise, como este. 


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Redação Grupo Studio