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Grupo StudioSupermercadosEstudo tributário 2019: quais setores pagam mais impostos?

Estudo tributário 2019: quais setores pagam mais impostos?

A maior parte dos empresários brasileiros já se deparou com algumas dificuldades na hora de cumprir com as obrigações fiscais para manter a sua empresa ativa. Se você faz parte desse grupo, saiba que não está sozinho. Afinal, o Brasil é reconhecido mundialmente como um dos países com maior carga tributária e burocracias fiscais. 

A complexidade dessas exigências tributárias aparece como um fator desvantajoso para as atividades da economia brasileira. Isso porque muitos empreendedores acabam se confundindo com os impostos e enfrentando complicações legais, como multas e outras penalidades, por terem burlado alguma regra, ainda que sem intenção.

Essa situação pode até mesmo desencorajar a atividade em alguns setores. Por essa razão, é importante entender como funcionam os regimes tributários e qual é a carga de impostos que incide sobre cada uma das áreas de atuação das empresas.

Quer saber mais sobre o assunto? Então confira o Estudo Tributário exclusivo realizado pela Studio Fiscal e entenda quais setores pagam mais imposto e como esses dados podem ajudar na organização do planejamento tributário do seu empreendimento.

Quais setores pagam mais impostos?

Pensando em organizar e evidenciar os dados sobre a incidência de tributos, a Studio Fiscal realizou uma pesquisa entre os seus clientes, adeptos aos regimes de Lucro Real e Lucro Presumido, e os clientes da E-Fiscal, que trabalha com empresas que aderiram ao regime do Simples Nacional. 

O intuito desse estudo foi revelar quais foram os setores da economia pagaram mais impostos entre os anos de 2013 e 2019, mostrando ainda o valor máximo e a média do que foi recuperado na forma de créditos fiscais durante esse período. 

No caso da E-Fiscal, foram atendidos mais de 2700 clientes, que atuam em segmentos como bares e restaurantes, farmácias, panificadoras, pet shops, postos de combustíveis, autopeças, revendedores, supermercados, comércios em geral, entre outros. 

Durante o período de tempo analisado, foram recuperados mais de R$ 73 milhões em créditos fiscais, sendo que a média por cliente foi de pouco mais de R$ 26 mil reais. 

Já a Studio Fiscal atendeu 1566 clientes, divididos entre os segmentos de comércio e serviços em geral, indústrias, supermercados, concessionárias, distribuidoras, construção civil, setor agrícola, automotivo, varejistas, entre outros.

Entre 2013 e 2019, os clientes da Studio Fiscal tiveram um valor ainda maior recuperado na forma de créditos fiscais: foram mais de R$ 932 milhões. A média por cliente foi de aproximadamente R$ 595 mil. 

Os valores revelados pelo Estudo Tributário mostram quais setores pagam mais impostos. No caso dos clientes optantes pelo regime de tributação do Simples Nacional, as panificadoras foram o segmento que recuperou o maior valor médio em créditos fiscais, alcançando R$ 73.604,45. 

Já entre os que adotam o Lucro Real ou Lucro Presumido, o setor agrícola foi o que alcançou o maior valor médio, chegando a R$ 1.223.255,92.

Durante os próximos meses, você vai poder acompanhar uma série de postagens sobre o Estudo Tributário, detalhando qual é a carga fiscal que incide sobre cada segmento da economia e como é possível recuperar legalmente o dinheiro pago a mais em impostos por meio dos créditos fiscais.

A importância do planejamento tributário

Também conhecido como planejamento fiscal, o planejamento tributário é uma prática organizacional que tem como objetivo reduzir os custos fiscais de uma empresa, ou seja, reduzir o valor que é gasto pela instituição para pagar impostos ao governo.

De forma simplificada, é feita uma análise dos custos e despesas da empresa, das operações fiscais, tributações cumulativas e não cumulativas, entre outras variáveis. Assim, é possível identificar os impostos que foram recolhidos pela organização e quais são as possibilidades de reorganizar e reduzir o custo do pagamento de tributos apenas ao realmente necessário.

Contudo, é preciso frisar que o planejamento fiscal não tem a ver com a sonegação de impostos ou outras atividades ilícitas. Todas as medidas tomadas no âmbito do planejamento tributário estão de acordo com a lei. Trata-se, simplesmente, de escolher a melhor opção possível dentro da legislação tributária para otimizar o pagamento dos impostos. 

Assim, o planejamento fiscal leva em conta oportunidades como os incentivos fiscais para tentar driblar a alta carga tributária brasileira. Com o valor economizado, a empresa pode reinvestir no negócio, melhorar processos internos ou até mesmo aumentar as margens de lucro. 

Créditos fiscais

No contexto do planejamento tributário, a recuperação de créditos fiscais tem grande destaque. É esse recurso que permite que uma empresa possa reaver o dinheiro que foi pago a mais em impostos no Brasil.

Ao final de um período, os planejadores tributários fazem um levantamento de todos os tributos pagos pela instituição. Se nesta catalogação forem encontrados pagamentos de cobranças irregulares, que estejam em desacordo às leis tributárias, a empresa pode pedir uma restituição ao governo.

Esse é o caso dos clientes da Studio Fiscal e da E-Fiscal, que recuperaram, juntos, mais de R$ 1 bilhão entre 2013 e 2019, conforme os dados do estudo tributário citados acima.

Os principais impostos que podem ser considerados em um processo de recuperação tributária são:

  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);
  • PIS (Programa de Integração Social);
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).

 

Entretanto, mesmo sendo uma medida bastante vantajosa, a recuperação de créditos fiscais não é feita por todas as empresas, que acabam perdendo dinheiro ao não fazer valer esse direito. 

Isso geralmente acontece porque os empresários desconhecem as nuances de seus direitos fiscais. Afinal, a carga tributária brasileira é extensa e bastante complexa, sendo que algumas regulamentações podem mudar diariamente, o que torna difícil o seu acompanhamento.

Por isso, podemos afirmar que é essencial buscar um serviço profissional especializado no ramo de recuperação de créditos fiscais para realizar esse procedimento para a sua empresa.

Esse processo deve ser feito por profissionais experientes, que consigam trazer um visão mais ampla e imparcial do segmento em que a instituição está inserida e tenham um know-how completo sobre o setor tributário.

Agora que você já sabe quais setores pagam mais impostos, que tal entrar em contato com a Studio Fiscal – caso a sua empresa seja optante dos sistemas de Lucro Real ou Lucro Presumido – ou com a E-Fiscal, no caso do regime de Simples Nacional, e começar a fazer o planejamento tributário do seu negócio?


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Redação Grupo Studio