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Telha fotovoltaica será apresentada em universidade brasileira

A Eternit está organizando a expansão da produção industrial da primeira geração de telhas fotovoltaicas do país. Os produtos aptos de transformar a luz em energia elétrica foram expostos em agosto de 2019 e ainda são produzidos em pequena quantidade para testes laboratoriais e parcerias,

Testes avançados de durabilidade e exposição ao ar livre do novo produto que serão executados no laboratório solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A expectativa é que o produto seja instalado em projetos-piloto ainda no segundo trimestre desse ano.

O modelo fotovoltaico em concreto já foi aprovado pelo Inmetro e ganhou o nome de Tégula Solar. Outro modelo, em fibrocimento, está em fase final de desenvolvimento e vai se somar a nova linha fotovoltaica da marca – a Eternit Solar.

O laboratório solar da UFSC será responsável pela avaliação das telhas fotovoltaicas em concreto em diversos aspectos como produção de energia, rendimento, sujidade, perdas e segurança. A Tégula Solar já foi aprovada em todos os testes do Inmetro e passará pela última fase de avaliação antes de chegar ao mercado.

A Eternit conta ainda com o Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP) como aliada na evolução do projeto e com uma parceria privada para o fornecimento dos inversores, que são a interface entre as telhas e a instalação elétrica da edificação. Em paralelo, a empresa pretende buscar certificações em laboratórios internacionais para facilitar a participação em mercados externos.

Cada telha carrega potência de 9,16 W (Watts) e mede 36,5 cm X 47,5 cm. Quando instaladas em uma casa, a energia produzida através da captação deve abastecer todo o imóvel durante o período de um mês.


Redação Grupo Studio