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Grupo StudioStudio EnergyRedução de imposto de importação para equipamentos fotovoltaicos confunde consumidor

Redução de imposto de importação para equipamentos fotovoltaicos confunde consumidor

As novas normas de redução das alíquotas de imposto de importação para equipamentos fotovoltaicos, divulgados recentemente através da Câmara de Comércio Exterior (Camex), tem gerado preocupação para boa parte dos empresários e fabricantes locais do mercado nacional de energia solar, já que os consumidores estão cancelando ou adiando investimos à espera de uma redução nos valores dos kits solares.

A afirmativa é de Bárbara Rubim, CEO da Bright Strategies, especializada no segmento fotovoltaico. Segundo ela, a preocupação das empresas é que o anúncio da isenção faz o consumidor acreditar que todo produto será isento, quando, na verdade, só uma fatia de modelos e inversores vai ser contemplada.

Bárbara também revela que boa parte dos itens fotovoltaicos isentos de impostos é usada nos projetos de geração centralizada, as grandes usinas solares, com forte impacto nos fabricantes locais que trabalham com tais equipamentos.

“De qualquer forma, a indústria nacional, que já é impactada por uma com uma pesada carga tributária, como, IPI, PIS, COFINS e imposto sobre importação de insumos, sofrerá com mais uma perda de competitividade frente aos importadores agora beneficiados”, explica. “Tenho recebido de vários players do mercado inúmeros relatos deste tipo”, conta a consultora.

Tratam-se das resoluções Nº 69 e Nº 70, da Camex, que incluíram cerca de 110 ex-tarifários relacionados a módulos solares, inversores, trackers e motobombas. A isenção tributária terá efeito a partir de 1° de agosto, com validade até o final de 2021.

Fonte: Canal Fonte Energia


Redação Grupo Studio