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O que muda com o fim do horário de verão?

Em abril de 2019, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o fim do horário de verão no Brasil. A decisão causou polêmica e acabou dividindo muitas opiniões. Enquanto alguns lamentam perder os dias mais longos no verão, há quem comemore a mudança. Afinal, ela confundia a rotina de muita gente por alguns dias.

Porém, à parte das opiniões de cada um sobre o assunto, muitas pessoas ficaram em dúvida do porquê essa decisão foi tomada e como ela vai afetar a conta de luz e o organismo humano.

Pensando nisso, preparamos este post para explicar exatamente o que muda com o fim do horário de verão. Acompanhe a leitura para entender!

Por que o horário de verão acabou?

Segundo o Governo brasileiro, não faz mais sentido adiantar o relógio em uma hora. Isso porque os hábitos de consumo de energia elétrica mudaram, o que faz com que a economia até então gerada pelo horário de verão tenha perdido a relevância.

Essa mudança de horário havia sido criada para aproveitar ainda mais o “tempo extra” de luz solar que o país recebe durante o verão, graças ao movimento de translação da Terra. 

No passado, o pico de consumo de energia acontecia justamente no fim da tarde e no início da noite, quando os brasileiros chegavam em casa depois do trabalho e acendiam as luzes e outros aparelhos elétricos. 

Por isso, o horário de verão fazia sentido, pois, com os dias mais longos, as lâmpadas passavam a ser acendidas mais tarde, gerando uma diminuição na demanda elétrica e também no valor da conta de luz da população.

Contudo, nos últimos anos, o pico de consumo de energia dos brasileiros mudou. Agora, o período de maior consumo diário acontece no meio da tarde, quando o dia está mais quente e as pessoas utilizam mais ventiladores e aparelhos de ar condicionado. 

Como esses utensílios agora representam a maior parcela do gasto de energia, a economia até então proporcionada pelo horário diferenciado deixou de ser significativa para os cofres públicos.

No entanto, vale lembrar que o horário de verão não foi extinto, e sim suspenso. Isso quer dizer que, por enquanto, ele só não deve acontecer neste ano. Essa decisão pode tanto ser mantida quanto revogada nos próximos anos.

O que muda com o fim do horário de verão?

O horário de verão costumava acontecer entre o terceiro domingo de outubro, quando os relógios dos brasileiros eram adiantados em uma hora, e o final do mês de fevereiro, em que os relógios precisavam ser “atrasados” de volta para o horário tradicional. Em 2020, portanto, os brasileiros não precisarão se preocupar em fazer esse ajuste.


As alterações de horário, seja por mudança de fuso ou pelo início do horário de verão, requerem um período de adaptação por parte do organismo. Isso acontece porque o nosso corpo se acostuma com a rotina, e a variação na hora em que o sol nasce e se põe pode causar alguns incômodos.

Os principais efeitos que as pessoas costumam enfrentar eram a dificuldade em dormir e o cansaço durante o dia, já que a claridade do sol impacta diretamente na produção dos hormônios do sol.  

Esses problemas eram mais comuns em pessoas que acordam ou dormem cedo, pois podiam perceber mais de perto o impacto da mudança no relógio em suas rotinas. No entanto, o período de adaptação não costumava passar de quinze dias. 

Com o fim do horário de verão, os brasileiros não terão mais que sofrer com dificuldades de adaptação e desconfortos causados pela mudança. Como a alteração de horário não trazia nenhum benefício fisiológico, o impacto da suspensão no corpo humano é apenas positivo. 

Impactos na conta de energia

A conta de energia também não deve sofrer aumentos com a suspensão do horário de verão. Afinal, como já foi dito, essa mudança não tinha mais um impacto relevante no valor da conta de luz, em razão das transformações do perfil de consumo elétrico brasileiro.

Assim, quem se preocupa em economizar na conta de energia precisa buscar outras alternativas de maior efetividade. Uma das melhores opções nesse sentido é investir em um sistema de energia solar fotovoltaica.

Ao produzir a própria energia, o consumidor consegue reduzir o valor da fatura de luz em até 95%. Essa alternativa é especialmente vantajosa para empresas, que costumam ter um alto gasto com o uso de aparelhos de ar condicionado, principalmente nos meses do verão. 

A Studio Energy é o braço da Grupo Studio especializado em energia solar fotovoltaica. Por meio de uma avaliação detalhada, a Studio Energy oferece a solução de energia mais adequada ao tamanho do seu negócio, atuando em todas as etapas, desde o diagnóstico das necessidades até a implementação da estrutura de geração.

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Redação Grupo Studio