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Grupo StudioStudio CorporateTradeMachine recebe subsídio de R$ 2,2 milhões

TradeMachine recebe subsídio de R$ 2,2 milhões

A fintech de automação de investimentos em renda variável, TradeMachine, captou R$ 2,2 milhões junto a empresa  de participações societárias do investidor Sérgio Marques, Energhias.

A startup pretende triplicar a operação mensal na Bolsa até o final do primeiro semestre com o novo investimento. O objetivo é alcançar o valor transacional de R$ 2,5 bilhões. Hoje o valor já chega a mais de R$ 760 milhões em operações mensais.

Para bater a meta, a TradeMachine planeja aperfeiçoar os algoritmos de seus robôs, buscando atrair o aumento da rentabilidade e melhor gerenciamento de riscos nos investimentos. Desta forma, a execução das operações e supervisão dos resultados na plataforma deve ser mais simples, otimizando a experiência.

Para 2020, a empresa também deseja aumentar a oferta de produto e a equipe de colaboradores, além de criar seu próprio Centro de Ciência Aplicada no Parque Tecnológico de São José dos Campos, São Paulo.

A fintech foi fundada em 2017 e auxilia pessoas físicas e agentes autônomos. Sua atuação ocorre por meio de algoritmos embasados em teses de investimentos e estudos estatísticos. Fazem parte da equipe economistas e analistas financeiros, além de especialistas como econofísicos e desenvolvedores de redes neurais, inteligência artificial e computação quântica.

Para usar o serviço basta o cliente realizar uma assinatura e definir o quanto deseja investir. No ato da contratação, é viável também definir o lucro desejado em um período estabelecido, além do limite de risco no decorrer do processo.

A empresa faz parte do programa de apoio a startups do Pinheiro Neto Advogados. O escritório ampara a fintech na segurança da informação e regulatória, prestando o apoio necessário na autoria de propostas de inovações do mercado junto a Comissão de Valores Mobiliários (CMV) e Banco Central.

Com a taxa Selic prevista em 4,5% em 2020, a empresa investe na tendência que de mais pessoas e agentes autônomos optem por expandir os investimentos ligados à renda variável em perda da renda fixa.

Sérgio Marques foi sócio da Vert, uma integradora de TI de médio porte localizada em Brasília, até agosto de 2018. Ele também já investiu em empresas como a Dataesy, fabricante de software com foco em produtos de descoberta de dados de múltiplas fontes e a Decoy Smart Control, de controle de pragas para o agronegócio.

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Redação Grupo Studio