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Grupo StudioStudio CorporateQuais são os quatro pilares da governança corporativa?

Quais são os quatro pilares da governança corporativa?

Administrar uma empresa demanda muito além do que apenas o dom de empreender. Requer dedicação, estudo de mercado e preparo para enfrentar os desafios que possam surgir. Definir o significado de uma marca para o mercado financeiro, e, principalmente, para os consumidores, é uma tarefa que exige ponderações críticas e projeções a longo prazo.

Os valores e as diretrizes que guiam os gestores de uma empresa

É essencial que um empresário se guie por valores e princípios, que refletirão a imagem de um negócio. A governança corporativa é o meio pelo qual proporcionará a relação entre o administrador e os seus sócios e acionistas, que seja pautada no compromisso e responsabilidade.

Devido ao crescimento das relações de consumo, do comércio nacional e internacional, da automatização dos procedimentos, bem como da competição entre as empresas, é necessário que conste, no estatuto social, as diretrizes que servirão de base para a atuação de uma companhia no mercado. A governança corporativa mostra-se como meio essencial para a continuidade de uma empresa.

O diálogo entre os integrantes de uma sociedade empresarial, como também o alinhamento de objetivos, devem ser constantemente buscados, viabilizando resultados mais positivos. Os princípios serão basilares, inclusive, em eventuais conflitos entre os sócios, garantindo a solução mais viável.

A governança corporativa e seus pilares

Para que as relações empresariais funcionem de maneira satisfatória, tanto no âmbito funcional, quanto no administrativo, é preciso que sejam estipuladas certas regras e preceitos, que garantam o bom andamento do negócio. Sendo assim, a governança corporativa fundamenta-se em quatro pilares.

Equidade: a igualdade no tratamento e nas oportunidades para cada integrante, dentro de uma empresa, garante a isonomia, conferindo maior justiça às relações, tanto no âmbito interno, quanto no externo, de um negócio.

Transparência: a gestão de uma empresa deve ser baseada na transparência, proporcionando o acesso às informações relevantes, desde os órgãos governamentais, até o cliente final. Esta atitude passa maior segurança e confiança, tanto para a sociedade em geral, como para os potenciais investidores.

Prestação de contas: todos os componentes de uma companhia, bem como os diretamente interessados, fazem jus a ter acesso às prestações de contas da empresa, de como está sendo realizada sua administração, as transações financeiras feitas, bem como a dinâmica do cotidiano do negócio, além da possibilidade de questionar o que acredita não estar sendo procedido da forma mais adequada.

Responsabilidade corporativa: a prioridade de uma empresa, e seus gestores, deve ser sempre a ascensão econômica, a qualidade dos produtos e serviços prestados, a satisfação do cliente, bem como o crescimento de seus integrantes. Portanto, adotar uma postura de compromisso e dedicação para com a empresa e suas atividades exercidas, é a essência, e o real significado, da responsabilidade corporativa.

Estes pilares foram constituídos através de debates e estudos, com base na realidade das empresas brasileiras da atualidade, segundo o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Saber o papel e as atribuições de cada um, em uma sociedade empresarial, garantirá a saúde do negócio e de suas negociações comerciais.

 

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A eficácia de uma administração estruturada

É notório o fato de que, com o emprego inteligente dos pilares da governança corporativa, o valor da empresa tende a crescer cada vez mais, com o decorrer do tempo. Estes procedimentos permitem, inclusive, que o negócio torne-se de menor risco para os futuros investidores, bem como para os já atuantes, pois a companhia encontra-se revestida pelo profissionalismo, planejamento, qualidade, e boas provisões futuras.

Outra consequência muito almejada pelos empresários é a construção de novas estratégias, mais modernas e sofisticadas, que proporcionem possibilidades de aumento da margem de lucro.

A governança corporativa viabiliza também a hipótese de uma provável flexibilização das relações internas da companhia. Uma hierarquização demasiadamente enrijecida, sem a possibilidade de se atuar com mais liberdade, acaba por estagnar a empresa, impedindo sua evolução.

Os valores e princípios permitem, então, uma administração libertária, porém, sem perder seu caráter seguro e conciso, com segmentos pré-definidos. Para se adquirir autoridade no mercado e respeito frente à concorrência, faz-se necessário um plano econômico sustentável, pensado para a economia do século XXI, assim como garantir a conformidade com o que é previsto em lei.

 

A dignidade do trabalhador e o respeito ao meio ambiente como valores essenciais

Mesmo que não sejam os protagonistas de uma sociedade empresarial, os trabalhadores são peça chave para o funcionamento e o andamento de um negócio. Através da mão-de-obra qualificada e especializada é que se torna possível a realização de uma atividade econômica desenvolvida em uma empresa.

Portanto, por meio das leis trabalhistas, são garantidos os direitos essenciais à uma atividade laborativa, que seja desenvolvida com dignidade e qualidade. Uma companhia que baseia-se em valores e princípios sólidos, reflete este posicionamento no tratamento dado ao seus trabalhadores.

Sendo igualmente necessário, a proteção ao meio ambiente se caracteriza como uma das preocupações de empresas transparentes e fundadas nos pilares da governança corporativa. Adotar práticas e medidas sustentáveis, respeitando os limites impostos pelo meio ambiente, significa responsabilidade e compromisso para com a sociedade. Estas normas morais encontram lugar nas diretrizes corporativas, pois possuem caráter imprescindível para uma administração otimizada.

 

Aplicando a governança corporativa em uma empresa

Para que o modelo de atuação fundado na governança corporativa torne-se parte da realidade de uma empresa, é preciso que alguns passos sejam dados, de forma a implementar estes pilares de forma natural e precisa, na rotina de um negócio. Reunir os membros de uma corporativa, formando um conselho, será o momento inicial, onde serão deliberadas as regras e como serão postas em prática, de forma a atender a todos os pilares previstos. Com isso, o desenvolvimento de softwares administrativos, acordos de atuação, entre outras disposições, possibilitarão esta aplicação.

Os interesses e desígnios dos membros da empresa, bem como questões relacionadas à gestão empresarial, emprego de recursos e tecnologias que serão utilizadas, devem estar em alinhamento, de forma equilibrada, através de um consenso. Para um bom andamento de um negócio, é necessário que cada participante da administração ande no mesmo ritmo, almejando os mesmos fins.

Os valores e princípios deverão ser aplicados de maneira universal na companhia, desde o sócio majoritário, até cada empregado, para que os pilares da governança corporativa atinjam suas finalidades fundamentais.

 

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Os instrumentos que serão utilizados neste processo

Os empresários se valerão de certos meios, para que a aplicação da governança corporativa seja procedida de forma mais eficaz e segura. O principal instrumento é a chamada auditoria independente, realizada no âmbito interno, pelos próprios dirigentes de uma empresa, juntamente ao time de contadores.

Sendo assim, será possível a análise aprofundada da dinâmica econômica, funcional, fiscal e administrativa do negócio, estudando-se, portanto, todos os cenários existentes em uma companhia. A possibilidade de oferecer, de forma clara e objetiva, números e porcentagens que refletem os resultados da atividade empresarial mercado, confere maior confiabilidade e transparência para investidores e acionistas.

Outro ponto a ser observado, é o que se refere à documentação necessária para estes procedimentos. Portanto, é de extrema importância que se documente todas as etapas da transição para este novo modelo, bem como os diálogos realizados, de forma a manter bem estabelecido as diretrizes que deverão ser respeitadas pelos integrantes desta sociedade.

O contrato social, estatuto, regimentos e demais regulamentações internas, calendários de atividades, acordos celebrados, entre outras espécies de documentos, trarão mais seriedade e comprometimento para o devido cumprimentos destas imposições.

 

A Studio Corporate como principal auxiliar nestas práticas

A rede Studio Corporate é o braço de soluções corporativas estratégicas do Grupo Studio, atuando com ferramentas gerenciais visando otimizar a operação do cliente e lhe proporcionar maior segurança nos seus negócios.

Operando com abrangência nacional, os trabalhos desenvolvidos são voltados para fins de proteção do patrimônio da empresa e dos sócios, redução do risco de litígios sucessórios, precificação da operação da empresa, renegociação de dívidas expressivas, captação de recursos bancários, gestão de passivo trabalhista e cobrança qualificada de inadimplentes relevantes.

Quanto ao aspecto societário das empresas, ocorre na maior parte das vezes uma exacerbada confusão do aspecto patrimonial e sucessório, companhias com vasto patrimônio, sócios com conflitos familiares e problemas relacionados à gerencia e estratégia da gestão destes conflitos e ativos, as soluções visam garantir a perpetuidade dos negócios familiares, da capacidade de geração de caixa, de rendas, preservando além dos valores e dos núcleos familiares, todas as relações interpessoais e extra pessoais envolvidas no processo, implementamos todas as ferramentas permitidas pelas normas internacionais de “compliance”, criando gatilhos, acordos, pactos e todas as espécies de ferramentas jurídico-contábeis para auxílio das empresas e dos sócios envolvidos no processo.

A atuação da Studio Corporate se estende a serviços como captação de recursos, renegociação de dívidas e cobrança de inadimplentes, de grande importância no atual contexto mercadológico onde as empresas estão cada vez mais suscetíveis a problemas de ordem financeira, sendo este um dos mais latentes motivos que levam as instituições ao encerramento de suas atividades de forma precoce.


Jose Carlos Braga Monteiro

Detentor das empresas Studio Fiscal, Studio Law, Studio Corporate, Studio Brokers ,E-Fiscal, E-contábil e Studio Energy o Grupo Studio apresenta serviços corporativos inteligentes com uma expertise de mais de 20 anos. Presente em todo o território nacional através de seus franqueados e aliançados, o Grupo apresenta uma grande sinergia quanto aos seus modelos de negócio.