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Grupo Studio reúne mulheres em evento no Dia do Empreendedorismo Feminino

Estabelecido pela ONU, o Dia do Empreendedorismo Feminino é celebrado no dia 19 de novembro e serve como momento para debater temas como preconceito, maternidade, capacidade e mercado de trabalho.

O Grupo Studio realizou, na tarde desta quarta-feira (20) um debate com mulheres empreendedoras, comandado pela protagonista do Grupo Studio Juliana Tescaro.

A ONU listou 10 motivos para a criação do Dia do Empreendedorismo Feminino:

  1. As mulheres têm uma participação menor no mercado de trabalho;
  2. Globalmente, as mulheres recebem menos do que os homens;
  3. As mulheres são mais propensas a trabalhar em emprego informal do que os homens;
  4. Mais mulheres do que homens trabalham em empregos vulneráveis de baixa remuneração ou subvalorizados;
  5. 79 economias têm leis que restringem os tipos de trabalhos que as mulheres podem fazer;
  6. Em muitas economias, os maridos podem impedir suas esposas de aceitar empregos;
  7. As mulheres trabalham mais do que os homens devido à realização de tarefas não remuneradas (como cuidar de crianças, fazer compras no mercado, etc);
  8. Por trabalharem mais, as mulheres têm menos tempo para a educação, lazer, participação política e autocuidado;
  9. Quando mais mulheres trabalham, as economias crescem;
  10. As empresas se beneficiam muito ao permitirem que mulheres liderem os negócios.

Maternidade

É uma tendência mundial a diminuição na quantidade de filhos por pessoa, algo que tem impacto na economia e mesmo na sociedade. Susana Zaman, idealizadora da Nutrimãe e do Maternidade nas Empresas, explica que a falta de estrutura é um dos fatores que contribuem para isso: a responsabilidade por um filho, muitas vezes, é exclusiva da mulher.

Ela argumenta que a maternidade deveria ser encarada como uma situação social, e não exclusiva da mulher que decide ser mãe. A maternidade é a única maneira de a sociedade ter uma nova geração, que vai trabalhar, gerar impostos e riquezas para a geração anterior. Zaman explica que países desenvolvidos costumam ter esse tipo de visão.

A cada 10 famílias brasileiras, quatro são lideradas por mulheres. Dessa maneira, levando-se em conta a situação social de muitas delas, a maternidade passa a ser encarada como uma barreira para entrar no mercado de trabalho ou empreendedor. Principalmente quando se leva em conta que a educação básica obrigatória pública começa aos quatro anos de idade, um período que pode servir como impeditivo para uma série de grupos.

Maneiras de colaborar com a causa do empreendedorismo feminino:

  • Contratar serviços de mulheres;
  • Espere as mulheres terminarem de falar;
  • Elogiar a qualidade das entregas – e não a aparência física das mulheres;
  • Comprar produtos de mulheres;
  • Investir em negócios de mulheres;
  • Promover e formar lideranças femininas em sua empresa;
  • Equiparar salários com os praticados com os homens.

Assista ao webinário “Mulheres Empreendedoras” na íntegra:

 


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Redação Grupo Studio