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2020: cenário econômico e os desafios estruturais

O ano de 2020 tende a ser um ano de oportunidades, conduzidas pela retomada dos investimentos na economia real e no progresso do mercado de capitais do país. É necessário dedicar tempo para compreender e adotar as melhoras estratégias jurídicas e negociais para usufruí-las.

O Brasil enfrentou instabilidades políticas e econômicas nos últimos anos. Acompanhamos nossas notas de créditos ficarem negativas nas análises de riscos internacionais e a relação entre dívida e Produto Interno Bruno (PIB), perante a falta de um controle apropriado de gastos públicos, apontando a recessão econômica. E ainda, as autoridades fiscais, com a necessidade de aumentar a arrecadação, desaceleraram vários segmentos empresariais.

Mudanças ocorridas em 2019 proporcionaram um início de ano confiante no mercado de capitais brasileiros, com expectativas de que as ofertas de ações no primeiro bimestre de aproximadamente R$ 30 bilhões. Para o ano, a expectativa é que o volume de transações no Mercado Financeiro de Capitais brasileiro ultrapasse R$ 120 bilhões.

Ainda para os primeiros meses do ano, é esperado que quarto relevantes companhias tenham seus pedidos de abertura de capital (IPO) registrados e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Essa probabilidade mostra que os empresários entenderam que o mercado de capitais representa uma forma de forma promover crescimentos operacionais de maneira orgânica e com taxas de juros mais acessíveis.

Possibilidades consequentes de uma economia real em ascensão e do aquecimento do mercado de capitais podem ser esperadas e devem ser comemoradas. Porém, para aproveitá-las, é preciso cautela e uma estruturação prévia das empresas. Ou seja, a implementação das melhores práticas de governança corporativa e de estruturas jurídicas mais adequadas são indispensáveis para conseguir melhores resultados em 2020.

Aprovadas as reformas legislativas impostas e o mercado mais estruturado, a expectativa é de o Brasil encerrar 2020 com uma organização institucional compossível com juros estruturais mais baixos, de forma que, no campo corporativo, as empresas que se organizarem estarão bem próximas da tão esperada longevidade.


Redação Grupo Studio