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Grupo StudioStudio EnergyCom o fim das concessões, empresas de energia buscam novos negócios

Com o fim das concessões, empresas de energia buscam novos negócios

O Estado de São Paulo publicou uma reportagem sobre as perspectivas para o futuro das empresas de energia elétrica, levando em consideração que as grandes concessões feitas nos anos 1990 estão chegando ao fim, o que deixa em aberto à possibilidade de que seus principais negócios não estarão em vigor nos anos seguintes.

A partir desse contexto, geradores privados têm buscado diversificar os seus investimentos no Brasil para diminuir o peso de uma eventual mudança em seus resultados, destaca a reportagem. O encerramento dos contratos começa a acontecer a partir de 2028 e empresas como AES Tietê e Engie, que ingressaram no país por meio da aquisição de geradoras estatais, já estão com essa preocupação no radar.

Petrobras

A Agência Petrobras informa que a petroleira iniciou a etapa de divulgação das oportunidades (teasers) referentes à venda da totalidade de suas participações acionárias nas empresas Eólica Mangue Seco 1 e Eólica Mangue Seco 2, proprietárias de usinas de geração de energia eólica.

A Agência Petrobras ressalta que as Eólicas Mangue Seco 1 e 2 estão localizadas em Guamaré, no estado do Rio Grande do Norte, e fazem parte de um complexo de quatro parques eólicos com capacidade instalada total de 104 MW. Cada empresa detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW.

Na Mangue Seco 1, a Petrobras e a Alubar Energia possuem, respectivamente, 49% e 51% de participação. Na Mangue Seco 2, a Petrobras e a Eletrobras possuem, respectivamente, 51% e 49% de participação.

A Petrobras anunciou também que iniciou a fase vinculante para a venda das refinarias Isaac Sabbá (Reman), no Amaém zonas, Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará, e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná. O processo faz parte do plano já anunciado da empresa de vender ao todo oito refinarias, com o objetivo de levantar bilhões de dólares que deverão ser utilizados especialmente para a redução do endividamento, em linha com o plano de desinvestimento da estatal.

A esse respeito, a Agência Petrobras informa que a Reman, localizada em Manaus, possui capacidade de processamento de 46 mil barris/dia e seus ativos incluem um terminal de armazenamento. A Lubnor, localizada em Fortaleza, possui capacidade de processamento de 8 mil barris/dia, é uma das líderes nacionais em produção de asfalto e a única no país a produzir lubrificantes naftênicos. A SIX, localizada em São Mateus do Sul, possui capacidade instalada de 6 mil barris/dia e seus ativos incluem uma mina em uma das maiores reservas de xisto betuminoso do mundo e uma planta de processamento de xisto.

Eletrobras

A Eletrobras precificou os títulos de dívida a serem emitidos no mercado internacional. Os valores são de US$ 500 milhões a 3,625% para as Notes com vencimento em 2025, e US$ 750 milhões a 4,625% para as Notes com vencimento em 2030 (em conjunto, as “Notes”). Além disso, a estatal ressalta que o fechamento da operação está sujeito aos termos e condições do Subscription Agreement, firmado com as instituições intermediárias da operação. (Fonte: Canal Energia)

Eletronuclear

A Eletronuclear assinará na próxima segunda-feira (03/02), no io de Janeiro, uma carta de intenções com a empresa americana Westinghouse relativa ao plano de extensão de vida útil da usina nuclear de Angra 1. A informação foi publicada ontem pela agência de notícias Reuters e confirmada pelo Valor Econômico com o presidente da estatal, Leonam Guimarães.

ANP abre audiência pública sobre estudo ambiental da bacia Sergipe-Alagoas/Jacuípe

A Agência CMA informa que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a realização de audiência pública para tratar do estudo ambiental da bacia sedimentar marítima de Sergipe-Alagoas/Jacuípe, por 90 dias. O objetivo da iniciativa é aprimorar o processo de definição de áreas de exploração e produção de petróleo e gás natural.

De acordo com a ANP, o diagnóstico socioambiental subsidiará o planejamento de políticas públicas de petróleo e gás natural e incluirá recomendações para o licenciamento ambiental, aumentando a transparência e a segurança jurídica de disponibilização de áreas exploratórias por meio de rodadas de licitações e na oferta permanente.

Fonte: MegaWhat


Redação Grupo Studio