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Case GPA: fusões e aquisições feitas pelo Grupo Pão de Açúcar

Muitas vezes, as fusões e aquisições de empresas se mostram as melhores opções para uma companhia se expandir e se tornar mais competitiva no mercado. Afinal, o mercado muda constantemente, e as empresas precisam adequar as suas estratégias a essas novas realidades rapidamente para se tornarem mais competitivas.

Grandes grupos, como o Pão de Açúcar, conseguiram expandir os seus negócios com as fusões e aquisições empresariais. O grupo cresceu muito com aquisições de grandes empresas, como da rede de supermercados Barateiro, em 1999, da loja de eletrônicos Pontofrio, e da Casas Bahia, também em 2009.

Mas você sabe o que são fusões e aquisições de empresas? Conhece as diferenças entre elas? Sabe quais são os seus principais benefícios? Neste artigo, abordaremos as diversas fusões e aquisições feitas pelo Grupo Pão de Açúcar ao longo de sua história, para que você possa entender claramente quais são as possíveis vantagens trazidas por essas estratégias de negócios.

 

Veja como a queda no mercado estimula fusões e aquisições

O mercado anda um pouco crítico para as empresas de varejo, que precisam buscar atividades de fusões e aquisições para reequilibrar o portfólio para melhorar a experiência do consumidor com as suas marcas. Nesse contexto, os investidores estão cada vez mais focados em negócios estratégicos que visam a aumentar as capacidades das suas empresas por meio da aquisição de empresas menores e inovadoras.

Em 2018, o número de fusões e aquisições de supermercados aumentou 13% em relação ao ano anterior, enquanto o volume e o valor negociados declinaram, segundo a publicação Fortifying Before the Storm, da consultoria global A.T. Kearney.

Ainda de acordo com esse levantamento, os investidores estão tendo redirecionar a atenção das transações de larga escala para as transações de menor escopo. Além disso, eles estão alocando o seu capital a ativos que lhes dão acesso às principais competências e regiões geográficas, em vez de construir escala ou participação de mercado.

Conheça as estratégias de mercado do Grupo Pão de Açúcar

Líder no mercado varejista com 17,9% de participação e vendas de 36,1 bilhões em 2010, o Grupo Pão de Açúcar fez dezenas de operações de fusão e aquisição desde os anos 60.

A empresa é controlada pela empresa francesa Grupo Casino desde 2012,  quando foi comprada de Abílio Diniz, que controlava o grupo desde a década de 1990 até 2012.

Nos últimos anos, o GPA vem investindo em vendas no ambiente digital e no fortalecimento de marcas exclusivas. Além de parcerias com startups, reposicionou a marca exclusiva Qualitá e investiu na otimização do portfólio de lojas, com forte expansão do Assaí — em categoria conhecida como atacarejo (atacado + varejo). Além disso, revitalizou e modernizou unidades das bandeiras Pão de Açúcar e lançou de duas marcas: Compre Bem e Mercado Extra.

Os números comprovam que o GPA está no caminho certo. Em 2018, ele duplicou o seu lucro líquido, em comparação a 2017, atingindo a marca de R$ 1,3 bilhão. No mesmo período, as vendas atingiram R$ 53,6 bilhões, com crescimento de 10,7% em comparação com 2017.

Acompanhe as fusões e aquisições do Grupo Pão de Açúcar

  • Em 2019, o Grupo Pão de Açúcar e a rede de drogarias Raia Drogasil anunciaram a criação de um programa de fidelidade que deve iniciar as operações no segundo semestre de 2020. Pelo acordo, aprovado recentemente pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o GPA terá participação de 66,7% na joint venture, enquanto a RD ficará com os 33,3% remanescentes.
  • Em junho de 2019, o GPA anunciou a proposta de compra da rede colombiana Êxito e a migração da empresa para o segmento Novo Mercado da B3. A proposta ocorreu dias depois que o GPA vendeu o controle da rede de móveis e eletrodomésticos Via Varejo para a família Klein, liderada pelo empresário Michael Klein.
  • Também no ano passado, o GPA anunciou a aquisição do controle da startup Cheftime, que atua com um programa de assinatura que envia caixas de ingredientes com porções exatas para se cozinhar uma receita assinada por um chef.
  • Em dezembro de 2009, o Pão de Açúcar assumiu o controle das Casas Bahia, que foram integradas à Globex (Ponto Frio) e às lojas Extra-Eletro, também pertencentes ao Grupo. Com a compra, o GPA atingiu um faturamento de R$ 40 bilhões. A aquisição da tradicional rede Ponto Frio, também em 2009, deu ao Pão de Açúcar a liderança no varejo brasileiro. 
  • O Pão de Açúcar comprou 60% da rede Assai, em 2007. O grupo era o segundo varejista do país, atrás do Carrefour, que havia comprado a rede Atacadão. O Assai atua no chamado “atacarejo”, com a venda de produtos no atacado para pequenos negócios, como pizzarias e restaurantes. Dois anos depois, o Pão de Açúcar comprou o restante do Assai e expandiu a rede, que atuava apenas no Estado de São Paulo. 
  • Em 2003, Arthur Sendas decidiu vender ao Pão de Açúcar metade da rede Sendas – a, então, quinta maior rede varejista do país. Em maio de 2016, o Pão de Açúcar concluiu as negociações com o Sendas para a aquisição das demais ações da empresa. O Pão de Açúcar passou então a converter a marca Sendas em lojas Extra Supermercado.
  • Em 2002, o Grupo Pão de Açúcar comprou a rede Sé, a segunda maior de São Paulo, por 250 milhões de reais e assumiu uma imensa dívida.  Atualmente, a marca paulistana já não existe mais.
  • Em 2001, o grupo anunciou a aquisição de 26 lojas da rede Supermercados ABC, no Rio de Janeiro. O Pão de Açúcar já dava os primeiros passos para se tornar o gigante do varejo.
  • Em 2000, fez cinco aquisições: as paulistas Reimberg, Nagumo e Rosado, a paranaense Parati e a cearense Mercadinho São Luiz. 
  • Em 1999, o Pão de Açúcar arrendou 25 supermercados da rede Paes Mendonça, então a sétima no ranking brasileiro, além de comprar duas unidades do Mappin. No mesmo ano, o grupo se associou com o francês Casino, que adquiriu 24,5% do controle do conglomerado de Abílio Diniz. 
  • Em 1998, o Pão de Açúcar anuncia a compra do Barateiro. Três anos antes, o grupo fazia mais negócios com as paulistas Millo´s Comercial Carajás e G. Aronson e com a brasiliense SAB. 
  • Em 1978, o grupo fechou outros três negócios: Superbom, Peg-pag e Mercantil. Dois anos antes comprou a Eletroradiobraz, que resultaria na divisão Eletro. A primeira aquisição foi em 1965, com a compra de rede Sirva-se.

Como vimos, a tendência no mercado é as grandes empresas, como o Grupo Pão de Açúcar, investirem em fusões e aquisições de negócios inovadores e estratégicos para aumentar as capacidades das suas empresas.

Portanto, a fusão e aquisição de empresas são definitivamente estratégias que devem ser consideradas no mercado de hoje em dia.

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Redação Grupo Studio