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Startups adotam home office em função do coronavírus

O avanço do coronavírus no Brasil tem feito que muitas startups brasileiras reagirem com planos de contingência emergenciais. Entre as alternativas adotadas está o incentivo ao home office.

A grande maioria, ciente da gravidade da doença e de quão rápida é sua transmissão, institucionalizou a modalidade. Eventos e viagens, tanto nacionais e internacionais foram suspensas, por enquanto.

Em grupos de empreendedorismo circula um abaixo assinado: proprietários de negócio assinam e se comprometem a evitar a propagação da epidemia Covid-19, incluindo promover o trabalho remoto.

Confira alguns exemplos da maneira como as startups aderiram ao home office para seus funcionários:

  • Na fintech Cora, os cerca de 50 funcionários farão trabalho remoto até dia 30 de março. O prazo poderá ser prorrogado caso haja uma evolução da pandemia no Brasil. O escritório da empresa fica originalmente na cidade de São Paulo.

 

  • A fintech Husky, que se encarrega de tarefas burocráticas de pessoas jurídicas, já trabalhava com todo seu time remotamente desde a fundação. Os nove funcionários estão adaptados a esse modelo de trabalho, portanto.Como dica para outros empreendedores, a fintech recomenda trabalhar da maneira mais assíncrona possível: ou seja, priorize uma comunicação que não exija resposta imediata para não atrapalhar o fluxo de trabalho. As mensagens devem ser mais usadas do que videoconferências, por exemplo. Como dono de negócio, sua meta deve ser que cada funcionário entregue a tempo e com qualidade, e não por quantas horas estão conectados.

 

  • A Magnetis, gestora de investimentos por meio de robôs, já tinha 30% da equipe em esquema de trabalho remoto em seis estados brasileiros. Agora, a fintech adotou o home officepara seus 69 funcionários. O esquema será mantido até 30 de março, com possibilidade de prorrogação.

 

  • O Olist liberou o trabalho remoto para os seus mais de 200 funcionários, que estavam nos escritórios de Curitiba (Paraná) e da cidade de São Paulo. A empresa está investindo principalmente em ajudar quem nunca fez home office: além de fornecer dicas de trabalho, está dando modem para os que não possuem internet em casa e ajuda de custo para cobrir gastos como energia elétrica, internet sem fio e uso de estações de trabalho.

 

  • A MOL, startup de resolução de conflitos online, decretou home officecomo política obrigatória desde 13 de março. Cerca de 30 funcionários estão agora trabalhando de casa todos os dias (já havia uma política de home office duas vezes por mês).

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios


Redação Grupo Studio