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Inovação: a principal prática das corporações

Inovação é a palavra do momento. Afinal, ela não se concentra apenar em um setor específico e atende a todas as áreas do setor profissional.

Nos setores jurídicos, a maior parte da tecnologia e da ação inovadora surge através das chamadas LawTechs, startups focadas no desenvolvimento de serviços e produtos de tecnologia para o segmento do direito.

Inovação disruptiva

Ela acontece quando há uma transformação no mercado, setor ou tecnologia, causando grande impacto na sociedade e revolucionando produtos. A inovação disruptiva vai permitir que novos caminhos sejam pensados para algo que antes não era possível, trazendo soluções inovadoras.

Ao se mostrarem disruptivas, essas inovações serão percebidas de forma imediata por seus clientes, geralmente trazendo três elementos que são fundamentais para o usuário: simplicidade, conveniência e acessibilidade.

Um bom exemplo é às novas plataformas de streaming que de maneira rápida substituíram e extinguiram as locadoras de vídeos.

Inovação incremental

A inovação incremental, como o nome já diz, se baseia em adicionar uma melhora em alguns processos tecnológicos, serviços e produtos também. O objetivo é trazer uma maior competitividade e produtividade frente ao mercado.

O termo foi popularizado e passou a ser usado a partir de 1939, pelo economista austríaco Joseph Schumpeter, que em seu livro “Business Cycles” define as diferentes partes e segmentos da inovação. De acordo com ele, a inovação incremental é um conjunto de pequenas e diárias melhorias em produtos, serviços e processos já existentes em uma empresa.

Na tecnologia, as empresas voltadas à prática incremental melhoram gradualmente seus dispositivos, com novas aplicações e recursos com o objetivo de facilitar o cotidiano do usuário. Um grande exemplo que temos são os celulares que, independe de marca, ganham uma nova versão ou um novo protótipo em média a cada três meses.

Por mais que a maioria das startups sejam disruptivas, muitas focam na inovação incremental, que acaba sendo uma forma de inovação com poucos riscos e de baixo custo. E que funciona para grande parte das empresas.

Fonte: Ricmais.

 


Redação Grupo Studio