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FitBank recebe investimento do J.P. Morgan

O renomado banco americano J.P. Morgan concluiu no início deste mês um investimento na fintech brasileira voltada para pagamentos, FitBank. O aporte começou a ser negociado em 2019, e figura como o primeiro feito pelo banco na América Latina.

O valor envolvido no investimento não foi revelado, mas além da aquisição de uma fatia acionária minoritária, e instituição financeira terá um assento no Conselho de Administração da startup.

Para mais, a empresa também realizou uma parceria estratégica para atender o J.P. Morgan e seus clientes corporativos. Com o suporte do banco americano, a startup começa dar início na sua expansão internacional, prevista para 2021.

Conheça o FitBank

A fintech FitBank foi criada em 2015 pelos sócios Otavio Farah, Mauricio Zaragoza e Rener Menezes e atua em um segmento bem relevante para o mercado financeiro. A startup disponibiliza uma gestão de pagamentos que “proporciona poder de banco às empresas”, e desta forma, transacionou mais de 2 bilhões de reais no último ano.

Através do sistema ofertado pela fintech, é possível realizar todas as transações financeiras de uma empresa, como boletos, TEDs, folha salarial, impostos, recebíveis.  No total, o FitBank atende 18 setores da economia com seus serviços.

O fundador e presidente da fintech, Otavio Farah, revela que a empresa foi elaborada para proporcionar uma experiência de pagamentos moderna.  Segundo ele, a plataforma é costomizável e pode se enquadrar em diferentes tipos de empresa, consegue aproveitar informações externas do negócio para enriquecer o serviço e também pode se integrar a tecnologias mais antigas.

Com dois anos de atuação, em 2017, a fintech atraiu seus primeiros investidores. Após saírem da XP Investimentos, Eduardo Glitz, Marcelo Maisonnave e Pedro Englert, investiram 2,7 milhões de reais na aquisição de 24,5% de capital na startup.

Mesmo com todos os transtornos causados pela pandemia, a startup continua em crescimento. No mês de junho, alcançou recorde em volume e número de transações. No início da crise, a empresa entrou em contato com seus clientes mais afetados e ofereceu uma renegociação de contratos. O sócio João Chacha revela que abril e maio foram meses de menor crescimento se comparado com os 24 meses anteriores. Mas que em junho, a situação já foi normalizada.

Fonte: Exame


Redação Grupo Studio