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Grupo StudioNotíciasChilli Beans aposta em live para atrair clientes

Chilli Beans aposta em live para atrair clientes

A Chilli Beans vem sofrendo com os efeitos da pandemia nos últimos meses. A rede varejista teve uma redução significativa no seu faturamento quando precisou fechar mais de 900 lojas no país. O e-commerce que era responsável por apenas 3% das vendas da marca no útimo ano, cresceu 600% e novas estratégias de venda, como o WhatsApp por exemplo, entraram em ação.

Nesta terça-feira, 11, a empresa lança uma nova iniciativa mensal para fomentar as vendas durante a crise: as lives de e-commerce. O primeiro evento da rede, chamado de Chilli Beans Live Circus, trará o lançamento da nova coleção do estilista Alexandre Herchcovitch inspirada nos 7 pecados.

Caito Maia, presidente da Chilli Beans, estará presente na transmissão ao lado de diversos famosos, como: Isis Valverde, Marco Luque, Denise Savi e Alok. A empresa de tecnologia Corebiz é responsável pelo sistema que integra o e-commerce à plataforma de venda por vídeo, onde os consumidores podem comprar em tempo real os produtos apresentados.

“Vamos fazer um evento lúdico, circense, contando a história de cada produto”, diz o presidente. Além de movimentar o e-commerce, a companhia espera que as lives incentivem o fluxo de consumidores nas cerca de 650 lojas físicas que foram reabertas. Durante as transmissões, os óculos terão descontos de até 50%, que serão repassados durante sete dias para as lojas físicas da rede.

A meta é trazer 30% de fluxo adicional para as lojas físicas e aumentar o faturamento do e-commerce em 50%. A rede também espera que a iniciativa ajude a aumentar em 80% a participação dos óculos de grau no faturamento das lojas, famosas pelos óculos de sol.

A esperança da marca é que a rede retome seu patamar de vendas até o Natal, que é a data comemorativa mais importante do ano para seu faturamento. De acordo com Maia, 80 novas unidades serão abertas até o final do ano. Em 2021, a meta é recuperar o que foi perdido em 2020, abrindo 130 novos pontos de venda.

O principal desafio para a rede agora, segundo Maia, é proteger os franqueados da crise. Das 900 lojas, 20 fecharam definitivamente por conta da pandemia. Para evitar que outras tenham o mesmo destino, a franqueadora tenta negociar ações junto aos grandes bancos para trazer cerca de 10 a 15 milhões de reais em crédito para suas unidades.

Fonte: Exame


Redação Grupo Studio