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Conheça cases de sucesso no empreendedorismo feminino de cosméticos

O empreendedorismo é um termo que sempre esteve presente no setor de negócios, mas que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, mesmo com a crise econômica que o Brasil vem enfrentando. Isso vem ocorrendo graças ao apoio dado pelo Governo para os micro e médios negócios, além das organizações de incentivo a startups, que vêm fornecendo mais conhecimento para as pessoas que buscam abrir um novo negócio. 

Mas, dentro desse meio, o que tem chamado mais a atenção é o crescimento do empreendedorismo feminino, graças ao seu potencial de gerar mudanças significativas dentro da sociedade e de beneficiar a economia. 

Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE mostra que o número de mulheres empreendedoras cresceu nos últimos dois anos de 38% para 45%. Além disso, a proporção de empresas lideradas por mulheres também cresceu cerca de 21% entre 2001 a 2011. 

Com esse avanço da liderança feminina nos negócios, as donas de casa passaram a provedoras da casa, superando o percentual de mulheres na condição de cônjuge, ou seja, quando a renda principal vem do homem.  

Quando falamos das mulheres que atuam no mundo dos negócios, ligamos o nosso pensamento às grandes empresas que são lideradas por elas, mas é muito importante compreender que o empreendedorismo feminino vai muito além disso, abrir o próprio negócio é considerado uma ação de empoderamento, abrindo espaço para tratarmos um pouco mais sobre as questões de gênero. 

 

 

As mulheres empreendedoras ainda representam as pequenas empresas, mas, de acordo com as pesquisas, já existe um fluxo contínuo desse crescimento, e é possível que esses índices mudem conforme elas forem ganhando mais confiança de mercado. 

Até agora, os setores preferidos na hora que alguma mulher busca empreender são baseados nos seus gostos ou no que têm mais afinidade. Entre os setores mais atuantes, são os de alimentação, beleza e confecções.

É importante observar que existem muitas formas de empreendedorismo, porém, nem todas se fixam na abertura de algum estabelecimento, como lanchonetes, cafés e salões de beleza. Uma mulher que faz e vende ovos de Páscoa através das redes sociais é uma empreendedora, assim como uma profissional de letras que abre a sua micro empresa de revisão de textos e redação.  

A mulher empreendedora do século 21 é mãe, esposa, estudante e busca o seu lugar de destaque no universo corporativo. Através do empreendedorismo, ela busca, além da forma de se sustentar, ganhar espaço na sociedade e satisfação social. 

Além disso, ainda existem muitas dificuldades e desafios que são enfrentados por essas mulheres na hora de empreender. Além dos problemas relacionados ao preconceito, existe a questão de tempo, marketing e, até mesmo, obter acesso a crédito para investir em um pequeno negócio. Mas vale ressaltar que, quando essas mulheres conseguem ultrapassar todas essas questões, ninguém segura. 

Com o crescimento da sustentabilidade e da preservação mundial pelo meio ambiente, uma das portas abertas para o empreendedorismo feminino foi justamente no setor de produtos de beleza. 

Esse foi o caso, da Lena Peron, que começou a produzir seus próprios cosméticos para dar para as amigas e, anos depois, acabou fundando a Feito Brasil, uma marca de cosméticos veganos que faturou em média R$ 2,7 milhões em 2018.

Outro caso semelhante foi o que aconteceu com Ana Mattos, uma médica ginecologista que fundou a Ybá Cosméticos, uma linha de produtos de beleza elaborados à base de uma composição natural com o uso de barbatimão. 

A marca teve início em 2015, após a Ana, que já conhecia sobre as propriedades da erva barbatimão, decidir estudar e se aprimorar mais sobre o assunto. Hoje, a Ybá possui produtos como sabonete intimo, hidratante corporal, sabonetes líquido e em barra e cremes para mãos e pés, todos feitos com matérias primas naturais. 

Heloísa Assis é mais um dos casos de sucesso dentro do empreendimento feminino. Conhecida como Zica, ela já atuou com babá e faxineira, mas tinha apenas 21 anos quando resolveu abrir seu próprio negócio. 

Com seus cabelos cacheados, Zica estava inconformada com a ausência de produtos adequados para o tratamento desse tipo de fio. Foi então que decidiu estudar e criar a sua própria fórmula. Dessa forma, a empresária abriu  o Beleza Natural, o primeiro salão de beleza especializado em cabelos crespos e ondulados, que hoje já possui várias unidades espalhadas por diversos estados brasileiros.

Além disso, quando falamos de mulheres que empreenderam na área de cosmética, não podemos deixar de citar a mais famosa de todas, Mary Kay Ash. Nascida nos Estados Unidos e vinda de uma família de baixa renda, Mary casou com 17 anos. Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto seu marido foi para as batalhas, ela foi obrigada a se virar de várias maneiras para sustentar a família. 

Mary chegou a trabalhar na empresa Stanley Home Products, onde ficou até se demitir depois de ver um homem menos qualificado, e que ela mesma havia treinado, sendo promovido pela companhia em seu lugar. 

Revoltada com a situação, a jovem publicou um livro para ajudar as mulheres a terem sucesso no mercado de trabalho. Foi quando percebeu que havia montado um plano de negócios perfeito. Investiu todas as suas economias no ramo da cosmetologia e, hoje, a Mary Kay é uma marca de extremo sucesso, vendendo produtos em lojas físicas e online.

Não podemos falar sobre o empreendedorismo feminino sem citar Luiza Helena Trajano, uma das empreendedoras de maior sucesso do país, a dona da rede Magazine Luiza. Nascida no interior de São Paulo, Luiza Helena ajudou seus tios, Luiza Trajano e José Donato, a expandir “A Cristaleira” através da interatividade e forte ligação com os clientes, e torná-la uma das lojas mais conceituadas de todo o país, capaz de brigar com marcas gigantes que já existem há mais tempo, como as Lojas Americanas, Casas Bahia e Ponto Frio. 

Além delas, ainda existem muitas outras empreendedoras que viraram cases de sucesso no país, como a Sônia Hess, Presidente da Dudalina, eleita a 6ª mulher de negócios mais poderosa do Brasil, segundo a revista americana Forbes. 

Como pudemos notar, existem muitos motivos que podem levar uma mulher a abrir seu próprio negócio – em especial, a motivação financeira e a vontade de fazer a diferença. Mas, para isso, é necessário ter vontade de inovar, ter coragem e criatividade, gostar de estudar coisas novas, ter sensibilidade e ser atenciosa com o cliente e saber conciliar a vida pessoal com a profissional.

Para quem busca empreender, o primeiro passo é alinhar as ideias, criar um plano de negócios, como fez a Mary Kay, é uma boa opção para iniciar. Além disso, é importante reunir o capital inicial para essa projeção e colocar em prática. 

Como o empreendedorismo feminino vem aumentando consideravelmente, o Grupo Studio resolveu colaborar com o crescimento das mulheres no universo corporativo. A Studio W, é uma das franquias do grupo criada para auxiliar nas questões corporativas para as empreendedoras, buscando oferecer o mindset multidisciplinar que toda mulher carrega. 


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A importância do empreendedorismo feminino

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Como começar uma startup

 


Redação Grupo Studio