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Simples Nacional: segmentos que mais pagam impostos

O Simples Nacional é um regime tributário criado pelo governo brasileiro em 2007, com o objetivo de facilitar o pagamento de impostos para micro e pequenas empresas (MPEs) de todo o país.

Basicamente, ele possibilita que os empreendimentos possam recolher os tributos dos âmbitos municipal, estadual e federal por meio de uma guia única, a DAS. Por essa facilidade, o Simples Nacional se tornou uma das melhores opções para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões anuais e que se encaixam nas exigências de enquadramento.

Antes, essas organizações ficavam restritas aos regimes de Lucro Real e Lucro Presumido, os quais tendem a ser consideravelmente mais custosos e burocráticos para empresas de menor porte.

Apesar das vantagens, os empresários que optam pelo Simples Nacional ainda precisam enfrentar as complexidades da alta carga tributária brasileira. Mas, afinal, quais são os segmentos desse regime que pagam mais impostos? Neste artigo, você vai conferir o ranking e entender como o planejamento fiscal pode ajudar a sua empresa. Confira!

Simples Nacional: os segmentos que mais pagam impostos

A E-Fiscal e a Studio Fiscal, bandeiras do Grupo Studio dedicadas a prestar serviços de planejamento e revisão tributária, realizaram recentemente um Estudo Tributário em conjunto.

A partir do estudo, foi possível mapear o valor médio e o valor máximo que cada segmento do mercado atendido pelas bandeiras recuperou em impostos, na forma de créditos fiscais, entre os anos de 2013 e 2019. 

Como a Studio Fiscal trabalha com empresas optantes pelos regimes tributários de Lucro Real e Lucro Presumido, não utilizamos os dados referentes aos seus clientes neste artigo. Por isso, levaremos em conta apenas os valores recuperados pela E-Fiscal, que trabalha com empreendimentos que aderiram ao Simples Nacional.

Nesse contexto, veja o ranking:

  • O segmento de Autopeças/Automotivo foi o que recuperou o valor mais alto por meio dos créditos fiscais: R$28.661.445,98, sendo que a média entre os 765 clientes ficou em R$37.465,94;
  • Em segundo lugar, aparecem as Farmácias. Durante o período analisado, os 593 clientes puderam reaver o valor máximo de R$15.704.731,82. A média por cliente foi de R$26.483,53;
  • Em seguida está o segmento de Comércio em geral, que recuperou até R$5.980.813,05. A média recuperada pelos 293 clientes ficou em pouco mais de R$ 20 mil.
  • A quarta posição fica por conta dos empreendimentos no setor de Cosméticos. Graças à recuperação de impostos, os 64 clientes conseguiram reaver o total máximo de R$3.804.668,16, sendo que a média foi de R$59.447,94;
  • No quinto lugar ficam os Supermercados, um conjunto de 262 clientes da E-Fiscal que atingiram a máxima de R$3.310.862,03 recuperados em créditos fiscais. O valor médio por cliente foi de R$12.636,88;
  • Em seguida, aparecem os Revendedores, 35 clientes que recuperaram em média R$ 35 mil, sendo que o valor mais alto foi de R$2.976.997,87;
  • Já o sétimo lugar pertence ao segmento de Atacadistas. Entre os 44 clientes, o valor máximo de créditos recuperados foi de R$1.312.776,78 e a média de R$29.835,84.
  • Os 39 clientes do setor de Lojas de Conveniência entram na posição seguinte, tendo recuperado o teto de R$725.426,78 e uma média de R$18.600,69 por cada um dos 39 clientes;
  • Em nono lugar estão os Pet Shops, com uma máxima de R$681.540,03 e média de R$15.489,55 entre os 44 clientes do ramo;
  • As últimas posições da lista ficam por conta das Panificadoras e dos Postos de Combustíveis, com nove clientes cada um. Eles conseguiram recuperar o valor máximo de R$662.440,01 e R$196.139,18, respectivamente. Já a média das Panificadoras ficou em R$73.604,45, enquanto os Postos de Combustíveis chegaram a R$21.793,24.

Além disso, as 55 empresas que não se enquadraram em nenhuma dessas categorias e entraram no Estudo Tributário como Outros Segmentos conseguiram atingir o valor máximo de créditos recuperados de R$957.190,70, com valor médio de R$17.403,47.

No total, a E-Fiscal trabalhou com 2776 empresas do Simples Nacional entre 2013 e 2019. A soma dos valores máximo de créditos fiscais recuperados por esses clientes chegou a R$73.908.106,91, e a média geral superou os R$ 26 mil.

 

Planejamento fiscal para empresas do Simples Nacional

Como você pôde perceber, apesar de as empresas que aderiram ao Simples Nacional poderem pagar os impostos de forma simplificada, a carga tributária que incide sobre esses empreendimentos ainda é bastante elevada.

Por essa razão, é muito importante que as empresas contem com o apoio de uma equipe de planejamento tributário, capaz de organizar os tributos devidos e evitar que sejam pagos impostos indevidos, gerando gastos a mais que o necessário.

Quando uma empresa paga mais tributos do que é devido por lei, perde dinheiro e desorganiza as suas finanças, colocando em risco o sucesso do negócio. Por meio de um processo de revisão e planejamento fiscais, é possível reverter essa situação.

O planejador tributário é responsável por analisar todas as questões fiscais de uma empresa, identificando oportunidades para otimizar o caixa do negócio e poupar no pagamento dos impostos de maneira totalmente legal. 

Assim, é possível reinvestir o dinheiro economizado durante o processo, impulsionando a lucratividade da empresa e fazendo com que ela se torne mais competitiva em seu mercado de atuação.

A recuperação de créditos fiscais figura como um dos principais procedimentos utilizados pelo planejador tributário. Por meio dessa metodologia, a empresa pode reaver o dinheiro pago a mais em tributos ao longo de um período.

A E-Fiscal é pioneira no ramo de planejamento tributário para empresas do Simples Nacional. Com mais de 500 escritórios nas principais cidades do país, ela atua com um time de mais de 70 auditores especializados, além de contar com um software exclusivo para o cruzamento de dados.

Se você é um empresário do Simples Nacional e quer saber mais sobre o processo de planejamento fiscal, acesse o site!


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Redação Grupo Studio